A Interfarma lançou nesta segunda-feira, 10/8, o estudo “Saúde Suplementar em Transição: Acesso à Inovação e Valor Assistencial”, durante evento em Brasília, com a participação do presidente da ANS, Wadih Damous.
Segundo o estudo, realizado em parceria com a L.E.K Consulting, os gastos anuais das operadoras com medicamentos de alto impacto clínico são estimados entre R$ 30 bilhões e R$ 40 bilhões, enquanto fraudes, desvios, sobreutilização, redundâncias e baixa resolutividade assistencial consumiram cerca de R$ 52,5 bilhões em 2024, podendo chegar a R$ 75 bilhões considerando as faixas estimadas. Ou seja, tais despesas consumiram entre 1,5 e 2 vezes mais recursos que medicamentos.